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Windows

Journal Journal: Atualizações e crashes

Vaio VGN-CR320E. Pois é, ia tudo bem, daí caput. A webcam. Não funcionava mais. Device manager. Problema no driver. Modificação no sistema? Atualizações do Vista. E lá se vai atrás de Hotfix, de driver original da Sony, de fórum com dicas na internet. Testa-se de tudo: instala, reinstala e desinstala, reboota. Daí eu tive uma vaga lembrança que um dia, em uma animada conversa no Skype, o programinha de efeitos especiais da câmera pediu uma atualização. E eu disse ok, né? Normal atualizar. Putz... qual era mesmo o nome daquele software? Já cansada, demorou um pouco pra eu achar: era o ArcSoft Magic-i(TM)Visual Effects. Sintomático já era que ele não abria mais. Faltava uma .dll. No site, descobri que o programa é pago; portanto, não tão simples de ser reinstalado depois, em caso de desinstalação. Achei, ali mesmo, um patch pro Vista. Cada vez mais certa que era esse %#^&* programa que havia f***** com a minha câmera, lá fui eu instalar o tal do patch. Nada feito. O que funcionou mesmo foi tirar fora esse Magic-i e abrir mão de brincar de bruxinha, de aviadora e tudo mais quando eu falo no Skype. Mas convenhamos, não foi uma grande perda. Então, fica a dica: did your Vaio webcam stop working and the indication is a driver issue? Uninstall ArcSoft Magic-i Visual Effects, reboot, and the result might be instantaneous.
Google

Journal Journal: Google Knol

Em alguns momentos, parecia que o mundo blog estava morto. Que apenas blogueiros profissionais manteriam suas páginas no ar, porque muitos amadores prefeririam estampar suas fotos em redes sociais que dariam menos trabalho e alimentariam seus egos de outras formas.

Ultimamente, porém, tenho visto uma pequena tendência de retorno aos blogs. Blogs são formas únicas de expressão. O Google sabe disso e agora vai investir no knol. Mesmo sabendo que sempre ter texto de qualidade é uma utopia, o incentivo para que os novos espaços não virem depósitos de lixo promete ser maior do que no Blogger. Tem gente que não acredita (nem eu sei se acredito), mas resta esperar. Por enquanto, só algumas pessoas serão convidadas. Essa é outra estratégia do Google que tem funcionado, dentro da mentalidade "É para poucos? Então eu quero!".
Social Networks

Journal Journal: Demissão no Second Life

Cory Ondrejka teria sido demitido da Linden Labs. Diferença de opiniões? Não é o que diz a versão oficial, mas a verdade é que o Second Life não decolou. A meu ver, parte disso se deve à alta exigência de processamento do aplicativo. A maioria dos usuários não dispõe de um computador tão bom assim, e erros, lentidão e travamentos freqüentes enchem o saco. A explicação é simples, óbvia e quase leiga, mas o palpite está lançado. Idéia interessante a do Second Life, mas precisa de aperfeiçoamento e não pode ser dominada pelos anunciantes.
Google

Journal Journal: Google streets

Beleza! O Google Maps dispõe de street view: além de localizar uma rua em algum lugar do mundo, você pode realmente ver essa rua e sentir-se lá, com uma visão de 360 graus. Pena que, por enquanto, só algumas ruas dos Estados Unidos contam com esse recurso que, a meu ver, não é só mais uma "coisinha legal na internet", e sim um passo importante na dita realidade virtual, na tão falada globalização... enfim, na anulação de distâncias. Dali a pouco o cara mora em Rivera, Uruguai, mas vive como se estivesse em Chicago, EUA. Vai mudar muita coisa...
Links

Journal Journal: Quer contar a sua história?

Não conhecia estes sites:

Museu da Pessoa
Our stories

Podem ser válidos como passatempo (histórias de taxistas, de crianças do projeto OLPC, de gente comum), mas não é o tipo de site que vai vingar, a não ser que realmente tenha alguém para selecionar a informação e deixar passar só o que realmente interessa. E o que realmente interessa? Bom, daí vai estudar jornalismo, teoria da comunicação, que lá você encontra os critérios que transformam um fato numa notícia.
Google

Journal Journal: Buscas na internet

Quando se pensa em procurar algo na internet, a grande maioria das pessoas entra direto no Google. Não é novidade que, em inglês, "to google" virou até verbo, e em português muita gente já fala "googlar", ou "guglar", por mais estranho que o termo possa parecer.

Hoje encontrei um link para o motor de busca Ask.com e gostei do que vi. Adicionei aos meus bookmarks e vou tentar experimentar por um tempo. Claro que a gente sempre desconfia: será que não seria possível achar mais (e melhor) no Google? Mas é bom mudar de vez em quando. No princípio, pelo que me lembro, os que eu mais usava eram o Cadê e o Yahoo! (que, como se vê, acabou comprando o Cadê), e foi mudando que eu cheguei ao Google. Um pouco como as redes sociais, vira moda, e aí não há quem segure. Sorte de quem cair no gosto da massa. No caso da internet, de uma massa seleta (de geeks), porque é essa massa seleta que escolhe e que depois difunde a escolha entre sua massa de admiradores. Na internet, é visivelmente cool ser geek, então aquele seu colega que só tirava 10 na escola e que você discriminava por ser CDF hoje encontrou o seu lugar.

Mas eu acho que dificilmente alguém conseguirá tirar do Google o número 1 em sites de pesquisa. Não por enquanto.
It's funny.  Laugh.

Journal Journal: Blogue. Blogue. Blogue.

Este é para quem sabe inglês e está por dentro do que acontece na internet. Web 2.0, essa maravilha em que todos se publicam, em que criadores do Google viram trilionários, em que basta dar "uma parte de uma parte da fatia do bolo" para a pessoa que você quer contratar para trabalhar com você. Até certo ponto, todos trabalham de graça. Mas um dia a bolha explode, levando pelos ares o tempo e o dinheiro perdidos, até que alguém invente uma coisa nova nessa rede.

Assistiu? É isso aí: babies blogging in the womb. Pobres bebezinhos que nem nasceram e já têm um blog. Mas tudo bem, que todos corremos o risco de cometer um errinho ou outro na educação dos nossos filhos. Agora vá correndo blogar este vídeo também.
Social Networks

Journal Journal: Facebook pede desculpas

Facebook, which distinguished itself by being the anti-MySpace, is now determined to out-MySpace MySpace. It's a nifty system: First you get your users to entrust their personal data to you, and then you not only sell that data to advertisers but you get the users to be the vector for the ads. And what do the users get in return? An animated Sprite Sips character to interact with. From Nicholas Carr's blog.

Não conheço Nicholas Carr, mas esse parágrafo merece reprint, até porque não é só o Facebook que comete erros estratégicos óbvios. Entre esses erros, conquistar o cliente e achar que esse será um relacionamento que durará, em paz, para a vida toda. Produtos têm ciclos de vida. Clientes não são fiéis. Clientes são chatos. Clientes querem sempre o melhor. Clientes detestam ser tratados como burros.

Depois da febre Orkut, eu particularmente não estou muito tentada a seguir o mesmo caminho com o Facebook. Usei mais intensamente por uns três ou quatro dias e agora está lá, meio parado, comigo achando um saco receber e-mails que avisam que fulano me deixou um recado. Nos tempos áureos do Orkut, depois de receber e-mail avisando que tinha scrap, a gente logava o mais rápido possível, quase sem agüentar a curiosidade. Isso acabou. Facebook tem umas características interessantes, uns add-ons interessantes, a maioria inútil. Se, somado a isso, ainda incomodar com anúncios inesperados, spam ou coisa pior, aí sim que não vai durar muito. Mas ainda não virou febre no Brasil. Está virando. Talvez passe pelo mesmo momento do Orkut, sofra a invasão de adolescentes, vire modinha. Cores e ícones piscantes ele tem de sobra.

Em tempo: Facebook pediu desculpas por aquilo que deu tanto problema - a divulgação de informações pessoais sobre aquilo que os usuários fazem na rede. Mark Zuckerberg disse que a intenção era boa e que a idéia do Facebook sempre foi deixar as pessoas escolherem aquilo que elas querem ou não compartilhar. Se é verdade ou não, eu não sei, mas acho que o cara merece uma chance.
Social Networks

Journal Journal: Mapa-múndi das redes sociais

Adorei este levantamento, que mostrou mais ou menos aquilo que eu imaginava. Orkut no Brasil, Facebook na América do Norte, Skyblog na França e colônias francesas. Vale dizer que tenho visto o Facebook crescer também no Brasil e na França, e que o Fotolog ainda é muito popular no Brasil. Já o Orkut anda completamente parado. Muitas contas estão sendo abandonadas e muitos usuários têm deletado seus perfis. Acho que parte disso se deve às mudanças que ocorreram desde a popularização do Orkut. Adicionar novos recursos pode ser bonitinho para os desenvolvedores, mas será que os usuários precisam disso? Ou, melhor, que tipo de usuário gosta de tanta firula? O esgotamento natural, claro, também conta. Aposto no Facebook como substituto para o Orkut no Brasil, mas sem tanta gana. Quem já matou a curiosidade de encontra os colegas de escola de quinze anos atrás e não ganhou nada com isso não vai se interessar pelo Facebook nem por mais nada. Alguns mantêm o nome catalogado só para serem encontrados se alguém procurar por eles, de preferência por uma boa razão. Muitos ficaram traumatizados com a invasão de privacidade e voltaram para os seus blogs, anônimos como eles só. Unir vida presencial e vida digital só quando a amizade começar pela telinha. Afinal, o Zé da esquina não precisa me conhecer tão bem.
Google

Journal Journal: Last days news

Sabem o que aconteceu nos últimos dias? Várias pessoas foram, felizes da vida, acessar o GMail, e receberam a seguinte resposta: "Your Google Account has been disabled", ou seja, que a conta tinha sido desabilitada. Foram dias sem saber o que havia acontecido, e algumas dessas pessoas chegaram a receber do Google uma mensagem que dava a entender que elas haviam feito mau uso de seus e-mails. Tô até com medo agora... será que falar mal do Google é fazer mau uso do e-mail? Será que vão suspender minha conta da noite pro dia? Felizmente, tudo voltou ao normal. Mas só aparentemente. Cada vez mais pessoas estão usando forward pra outras contas (Yahoo, por exemplo) pra manter os e-mails em dois lugares, o que seria absolutamente dispensável se pudéssemos confiar de verdade em um só serviço. Eu sei que é ingenuidade, mas eu confiava pra caramba no Google. Sorry, Google, mas agora estou com um pé atrás. Outra novidade do GMail que também não me agradou muito é a possibilidade de unir AIM e GoogleTalk. Já usei AIM, mas nunca gostei da AOL, desde a época que eles nos bombardeavam com aqueles CDs de configuração para internet discada que, uma vez que você instalava, nunca mais saía do seu computador. Agora AIM e GTalk, isso não me cheirou bem, não sei por que. Talvez eu só esteja sendo implicante.

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